MAIS UM ANO TERMINA O ANO DE 2010,E PARA AGENTE LEMBRAR OS MOMENTOS MARCANTES DO ANO DESDE ESPORTES,LAZER,ENTRETENIMENTO A POLÍTICA A TRAGÉDIAS DA MÃE NATUREZA,E A FATOS POLICIAIS,UM RESUMO DO ANO VC LER AGORA NA RETROSPECTIVA 2010.
DESASTRES NATURAIS DE 2010
Em 2010, a natureza mostrou sua força destruidora em todo o mundo. Terremotos, erupções, cinzas e fumaça vulcânicas, enchentes, seca e deslizamentos modificaram o cenário natural no planeta. Em meio às festas do início do ano, o Brasil foi surpreendido pelos desmoronamentos em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, que deixaram dezenas de mortos. A terra também tremeu no Chile. No Haiti, estampou-se uma das maiores tragédias que as Américas já viram. Ao todo, mais de 300 mil pessoas morreram. Na Ásia, enchentes históricas na China, Índia e Paquistão deixaram milhões de pessoas sem água, comida e moradia. Na Islândia e na Indonésia, foi a vez de os vulcões acordarem, espalharem suas cinzas e promoverem o caos aéreo e a remoção de milhares de habitantes de suas casas. No Brasil, um cenário paradoxal chamou a atenção de todo o País: enquanto o Rio de Janeiro sofria com os maiores níveis de chuva dos últimos 40 anos, a Amazônia passava pela pior seca das últimas décadas.
A chuva que provocou a morte de mais de 50 pessoas e deixou milhares de desabrigados nos Estados de Alagoas e Pernambuco teve uma particularidade que a diferenciou das outras enchentes registradas no Nordeste brasileiro. Grande parte dos danos e mortes não foi causada por deslizamentos de encostas ou casas, mas por uma enxurrada que “varreu” os Estados. “Pareceu um ‘tsunami’. A água veio com uma força incrível, derrubando tudo pela frente”, afirma o meteorologista Manuel Teixeira, da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos de Alagoas.
Imagens da destruição em Pernambuco
De acordo com dados do Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (Cptec), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), entre quarta (16) e sexta-feira (18), choveu o equivalente a 455,8mm em Recife (PE), sendo que o previsto para todo o mês de junho era de 369,2 mm. Teixeira explica também que a chuva ficou bastante concentrada próximo à cabeceira de rios, provocando transbordamento.
Em Alagoas, a chuva também foi forte e em um curto espaço de tempo. Na zona da Mata choveu 180mm em 3 dias, quando a média histórica para o mês é de 150mm na região. Em muitos locais, a quantidade de chuva sequer pôde ser medida. “Nos lugares mais baixos a violência da água foi tanta que não soubrou equipamentos”, contaTeixeira.
Ele explica que a quantidade abundante de chuva somada ao fato dos rios de Alagoas serem afluentes dos de Pernambuco ampliou a tragédia no Estado. Até a tarde desta sexta-feira, o último balanço da Defesa Civil de Alagoas contabilizava 29 mortos, sendo que pelo menos 11 foram afogados.
As cidades ribeiras do rio Mundaú, no Vale do Mundaú, zona da Mata alagoana, foram as mais atingidas. Ali, o trasbordamento do rio devastou municípios como Atalaia, Branquinha, Santana da Mundaú, São José da Lage e União dos Palmares.“As imagens de satélite mostraram que havia uma área de instabilidade e avisamos a Defesa Civil, mas não dava para prever que esta quantidade de água ia descer dos rios (de Pernambuco). Aconteceu muito rápido e com uma velocidade muito forte”, afirma o meteorologista.
Uma fonte da Defesa Civil ouvida pelo iG, que preferiu não ter o nome publicado, afirmou que, “a chuva abrupta não permitiu que a Defesa Civil retirasse a população ribeirinha a tempo”. “Não teve como evacuar as cidades e levar as pessoas para a parte alta. Não houve tempo hábil para isso”, diz ele, e acrescenta que os danos só não foram maiores porque os grandes alagamentos aconteceram durante o dia. “As cidades foram varridas e, se fosse à noite, teríamos um número maior de pessoas em casa”.
MILAGRE DOS MINEIROS DO CHILE
No dia 5 de agosto, um desabamento na mina San José, em Copiapó, no norte do Chile, deixou 33 homens presos em um refúgio a quase 700 metros de profundidade. Nos primeiros dias após o acidente, a esperança de encontrá-los vivos foi minguando a cada tentativa de comunicação que fracassava. Até que no dia 22 um bilhete chegou à superfície dizendo que todos estavam bem. A partir daquele momento o país se mobilizou para o resgate. Foram pouco mais de dois meses de trabalho. Até que nas primeiras horas do dia 13 de outubro, o primeiro mineiro foi salvo pela cápsula Fênix II, subindo por um duto escavado durante 33 dias. Na sequência foram retirados da mina os outros 32. Nessa altura, o resgate já havia se tornado um acontecimento mundial, acompanhado ao vivo por todo o planeta.
CINZAS VULCÂNICAS PROVOCAM CAOS NA EUROPA
Caos aéreo
O vulcão Eyjafjallajökull, situado sob a geleira Eyjafjälla, entrou em erupção no dia 20 de março, no sudoeste da Islândia, e a nuvem de cinzas que provocou semeou o caos entre as companhias aéreas europeias, que tiveram que deixar de operar boa parte dos seus voos. O espaço aéreo europeu ficou parado por aproximadamente uma semana, com aeroportos fechados em vários países e milhares de voos cancelados. Muitas pessoas ficaram presas, sem poder voltar para seu país ou cidade de origem. Em maio, quase um mês depois da erupção, o deslocamento da nuvem de cinzas do vulcão provocou novamente o fechamento de aeroportos em toda a Europa.
MAIOR DESASTRE NATURAL DOS EUA
No dia 21 de abril, uma explosão na plataforma petrolífera DeepWater Horizon, no Golfo do México, próxima à costa sul dos Estados Unidos, deixou 11 pessoas desaparecidas. Era só o começo do maior desastre natural da história americana. Controlado o incêndio, foi verificado que havia um vazamento. Foram milhares de barris de petróleo despejados no mar sem parar durante cerca de três meses. O impacto no ecossistema local foi devastador. Com a chamada maré negra se deslocando constantemente, a fauna e a flora da região foram afetadas de uma forma ainda difícil de dimensionar. Em meados de julho o vazamento foi controlado. Começou então a busca pelos responsáveis pelo acidente. Os principais envolvidos são executivos da British Petroleum,.
ESSA FOI A RETROSPECTIVA NA ÁREA DE DESASTRES NATURAIS DE 2010 NO BRASIL E NO MUNDO!





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